quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Associação da Quixaba tem projeto de leitura premiado
A Fundação Pedro Calmon
convidou, nesta semana, 06 de julho de 2012, a diretoria da Associação
Comunitária dos Produtores Rurais da Quixaba para participação na cerimônia de
premiação dos pontos de leitura da Bahia.
Nossa entidade receberá apoio para o projeto PONTO DE
LEITURA LETRAS DO SERTÃO: BIBLIOTECA COMUNITÁRIA PROFESSOR PAULO FREIRE, que é
uma iniciativa voltada para a leitura, surgida em 2006 e de lá pra cá vem
tentando incentivar a leitura na comunidade.
Foi iniciada na gestão de Sônia de Gertrudes, nossa
secretária, que se licenciou pra se candidatar a vereadora pelo PT em 2012. Foi ela que
teve a ousadia de acreditar na leitura como superação das adversidades da
juventude pobre. Segundo ela, a leitura e a educação representam um caminho para
uma futura geração com mais esperança e alegria.
Mas ela não fez sozinha. Teve o apoio do professor
Evandro, de Edijane, que construíram o texto e a metodologia da proposta; de
Toninho e Verbena, que construíram a planta do espaço da Biblioteca; de Wilson
do PT, que - junto com Sônia e Evandro - ajudou a mobilizar para a primeira
reunião, que aconteceu em novembro de 2006; Teve o apoio também da comunidade,
que se envolveu na construção do espaço, através de mutirões comunitários; de
tantas outros apoiadores, que doaram livros, como Carlinhos do BB, Everton de
Cida, o Ministério da Cultura e a Fundação Biblioteca Nacional, dentre
outros.
O projeto será retomado e, desta vez, conta com uma equipe
formada por um(a) agente de leitura, um(a) professor(a) de informática, um(a)
professor de capoeira, um(a) pedagogo(a) e um(a) coordenador(a). Assim, nos
próximos dias veremos as primeiras oficinas de capoeira, informática, cinema
comunitário e leitura, todas realizadas de forma gratuita.
Valeu Sônia,
Valeu Evandro,
Valeu apoiadores!!!
É assim que se controi o futuro...
terça-feira, 12 de junho de 2012
Projeto da EBDA impulsiona criação de galinhas caipiras
O mercado alternativo de criação de aves é
uma fonte extra de renda para homens e mulheres no campo. Nesse
contexto, o ‘Projeto de Fomento para Criação de Aves’, da Empresa Baiana
de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretária da
Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), fortalece a
estrutura, a logística e a conservação produtiva do sistema.
Segundo
a zootecnista e chefe do Departamento de Desenvolvimento de Pecuária
(DDP) da empresa, Isa Porto, o incentivo à avicultura caipira familiar,
com o uso de tecnologias específicas e assistência técnica, garantirá
suporte aos produtores, “nesse momento em que todos trabalham para
garantir a sustentabilidade da agricultura familiar”.
Para
implantar criatórios que impulsionem a exploração da atividade no
semiárido da Bahia, a criação de galinhas caipiras em comunidades rurais
é mais uma alternativa de atividade para melhorar a renda de
agricultores familiares. Em regiões mais vulneráveis de adversidades
climáticas, os animais podem servir como fonte de renda, por meio da
venda da carne e de ovos, e de alimentação para os criadores.
Com
esse projeto, a EBDA pretende proporcionar um aumento de 400 toneladas
na produção de carne, e de 562 mil dúzias de ovos caipiras, no primeiro
ano do projeto. A criação das aves será dentro do sistema
semi-intensivo, no qual os animais ficam soltos durante o dia, no
piquete, e são recolhidos à noite, no galinheiro. Este sistema é ideal
para a produção de alimentos saudáveis e atende ao consumidor que
procura por estes produtos.
Manejo alimentar
Técnicos
da EBDA responsáveis, em cada município, pelo cadastramento do público a
ser atendido fazem a instalação dos criatórios e treinamentos para
orientar os agricultores familiares sobre o manejo alimentar e sanitário
dos animais. A Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) prestada por
meio de visitas aos estabelecimentos rurais é uma das principais
atividades. “Nas instruções alia-se rigorosamente tecnologia para um bom
desempenho da atividade e a correta instalação de galinheiros e
piquetes, e também de bebedouros, comedouros e ninhos, necessários para a
criação de galinhas”, explica o médico veterinário, Genival Magalhães.
Atividade tem baixo custo de produção para agricultores familiares
A
contribuição da agricultura familiar para o Produto Interno Bruto (PIB)
baiano é de 11%. Dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
apontam que a Bahia é o estado com o maior número de agricultores
familiares. São 665 mil propriedades rurais, número que corresponde a
87% dos empreendimentos agropecuários.
Todos esses números mostram
o potencial do programa na vida dessas pessoas. “Um grande número de
agricultores familiares trabalha com avicultura e a EBDA vem
incentivando essa atividade, principalmente nesse período de estiagem,
buscando agregar valor à produção, visando mais uma alternativa de renda
para o agricultor familiar. A criação dessas aves é uma alternativa
viável, pois entre outras vantagens, é uma atividade de baixo custo de
produção”, diz o presidente da EBDA, Elionaldo Teles.
Além de
todos os benefícios, a previsão é que sejam atendidas dez mil famílias,
até dezembro, em 50 municípios no estado. Oito mil criarão aves de corte
e duas mil, de postura, para produção de ovos de boa qualidade. Para
cada família, a empresa disponibilizará 25 pintos. No total, serão
distribuídos 50 mil pintainhos de postura e 200 mil de corte, além da
disponibilização de insumos - ração, vacinas, bebedouros e comedouro.
FONTE: SECOM - SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO GOVERNO DA BAHIA. DISPONÍVEL EM: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2012/05/26/projeto-da-ebda-impulsiona-criacao-de-galinhas-caipiras
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Aprovada Lei Estadual de Economia Solidária
No dia 15 deste mês comemora-se o Dia Nacional da Economia Solidária, segmento que envolve no Brasil 22 mil empreendimentos, dos quais mais de 2 mil somente na Bahia. A Economia Solidária é uma forma de organização econômica que se caracteriza na produção, comercialização, finanças ou consumo baseada na autogestão, na democracia e na cooperação. O campo é constituído por cooperativas, redes de produção, comercialização e consumo, bancos comunitários, entre outras iniciativas.
No dia 29 de novembro, a Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade o Projeto de Lei de autoria do executivo, que cria a Política Estadual de Economia Solidária e o seu respectivo Conselho Estadual. Com isso, reconhece o papel do Estado no fomento e fortalecimento dos empreendimentos econômicos solidários com políticas públicas voltadas à promoção do setor, como apoio à formação, divulgação e comercialização de produtos, além de linhas de crédito especiais.
A Bahia é o nono estado da federação a contar com uma legislação dessa natureza. A construção desse marco legal apresenta componentes significativos: é resultado de uma luta histórica dos movimentos da economia solidária e de um amplo debate com a sociedade civil organizada, representada pelo Fórum Baiano de Economia Solidária que apresentou diversas contribuições à matéria.
A erradicação da pobreza extrema é um dos principais desafios dos Governos Federal e Estadual. Nesse cenário, a economia solidária pode ser um instrumento fundamental no enfrentamento das desigualdades socioeconômicas que exclui milhares de pessoas, ao propiciar o acesso aos bens e recursos públicos para seu desenvolvimento. Além disso, pode desempenhar um relevante papel no processo de inclusão e autonomia econômica das mulheres. Por isso, o nosso apoio irrestrito a esta Lei, na expectativa de que a mesma seja sancionada e regulamentada o mais breve possível, a fim de que cidadãos e cidadãs possam usufruir dessa estratégia de desenvolvimento sustentável e combate à pobreza pela qual o Governo da Bahia tem optado.
No dia 29 de novembro, a Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade o Projeto de Lei de autoria do executivo, que cria a Política Estadual de Economia Solidária e o seu respectivo Conselho Estadual. Com isso, reconhece o papel do Estado no fomento e fortalecimento dos empreendimentos econômicos solidários com políticas públicas voltadas à promoção do setor, como apoio à formação, divulgação e comercialização de produtos, além de linhas de crédito especiais.
A Bahia é o nono estado da federação a contar com uma legislação dessa natureza. A construção desse marco legal apresenta componentes significativos: é resultado de uma luta histórica dos movimentos da economia solidária e de um amplo debate com a sociedade civil organizada, representada pelo Fórum Baiano de Economia Solidária que apresentou diversas contribuições à matéria.
A erradicação da pobreza extrema é um dos principais desafios dos Governos Federal e Estadual. Nesse cenário, a economia solidária pode ser um instrumento fundamental no enfrentamento das desigualdades socioeconômicas que exclui milhares de pessoas, ao propiciar o acesso aos bens e recursos públicos para seu desenvolvimento. Além disso, pode desempenhar um relevante papel no processo de inclusão e autonomia econômica das mulheres. Por isso, o nosso apoio irrestrito a esta Lei, na expectativa de que a mesma seja sancionada e regulamentada o mais breve possível, a fim de que cidadãos e cidadãs possam usufruir dessa estratégia de desenvolvimento sustentável e combate à pobreza pela qual o Governo da Bahia tem optado.
* Deputada Estadual – Relatora do Projeto de Lei Estadual da Economia Solidária
Fonte: http://www.ptbahia.org.br/novo/conteudo.php?ID=5957
Aprovada Lei Estadual de ATER
Foi votado e aprovado com unanimidade pelos deputados/as da Assembléia Legislativa da Bahia, o projeto de lei nº 19.476/2011, de iniciativa do Governo do Estado, que cria a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar (PEATER), o projeto de lei passou por um processo de debate com organizações e entidades representativas da agricultura familiar e reforma agrária, além de instituições públicas que prestam assistência técnica rural na Bahia.O projeto, institui também, o Programa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar (PROATER) e deverá representar um marco para a ampliação e qualificação dos serviços de assistência técnica disponibilizada para os/as agricultores/as familiares na Bahia. Para a técnica do MOC Ana Dalva Souza, a lei permitirá ampliar o orçamento de ATER e dar continuidade as ações. Além disso, busca fortalecer os princípios agroecológicos e sustentáveis. “A lei garante uma assistência técnica mais sustentável e também possibilita o acesso a políticas de crédito como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)”, completou.
FONTE: Movimento de Organização Comunitária (MOC)
Disponível em: http://www.moc.org.br/boletim/boletins_exibir.php?exibir=303
sábado, 1 de maio de 2010
Uma entidade de base, para os agricultores familiares da região semiárida de Paripiranga
Em elaboração, novas postagens dos trabalhos e atividades desenvolvidas por nossa entidade
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